A esperança é a de que o prefeito Rogério Cruz, em nome da vida da cidade, da moral e dos bons costumes, vete uma lei que matará Goiânia a médio prazo. Aperte o play.
15 de fev. de 2022
14 de fev. de 2022
A balada dos infiéis
9 de dez. de 2021
Síndrome da China?
A ideia é que a cúpula sirva de plataforma para que os líderes "assumam novos compromissos, reformas e iniciativas" sustentadas por três pilares: a defesa da democracia contra o autoritarismo, a luta contra a corrupção e o respeito aos direitos humanos.
É um encontro sobre democracia, só que nada democrático. Mr. Biden deixou de fora alguns países importantes, casos da China, Rússia e Arábia Saudita, que teriam sido excluídos por desrespeitarem os direitos humanos.
Ora, eles deveriam estar lá justamente por causa disso. Seria um bom momento para tentar enquadrá-los dentro das regras da Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento que completa 73 anos nesta sexta, 10 de dezembro. Cabe aduzir que Paquistão e Filipinas também têm exatamente um histórico nada exemplar nessa questão e foram chamados a participar. Além dos ricos barrados, estão fora da lista do Mr. Biden: Venezuela, Nicarágua, Cuba, Bolívia, El Salvador, Honduras, Guatemala e Haiti.
O interessante é que, em relação à Venezuela, ele convidou o Juan Guaidó, líder da oposição e que decidiu não ir só. Está levando com ele as comandantes antigovernistas Berta Valle, da Nicarágua, Rosa María Payá, de Cuba. O Brasil está na lista de convidados.
Biden está na alça de mira do mundo. O seu mal ajambrado encontro transpira dois odores: o se não está comigo, está contra mim e o da distinção em dois grupos: o das democracias e o dos demais.
Ele promove isso num momento em que a própria democracia do seu país vive uma séria crise. Autoridades eleitas estão renunciando, ante a intolerância brutal e crescente nas instituições, indo de conselhos escolares, departamentos de polícia, a prefeituras. Sem se falar no que anda ocorrendo nos Estados, cujos parlamentos estão aprovando leis que limitam o acesso das pessoas às cédulas, tornando mais difícil a ida dos eleitores às urnas.
Vejo aí, também, uma desesperada tentativa de se tentar devolver a Tio Sam a estrela de Xerife do Mundo, estrela de prata e que virou lata, com falsa aparência, com falso brilho.
Que mal o aflige, Biden? Síndrome da China?
8 de dez. de 2021
Eleições 2022: Pesquisa Quest/Genial: Lula 46, Bolsonaro 23, Moro 10...
No segundo turno, Bolsonaro perderia para Lula ou Moro ou Ciro
Divulgada nesta quarta-feira, 8, a pesquisa Quest/Genial de intenção de voto para presidente, com as projeções em ambos os turnos. No primeiro, em um dos seus cenários, o ex-presidente Lula (PT) lidera com 46%, contra 23% do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). Na terceira posição, Sérgio Moro (Podemos) aparece à frente de Ciro Gomes (PDT), com 10%; Ciro tem 5%. João Dória (PSDB-SP) aparece com 2% e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com 1%. Confira.
1º turno
Esta é uma sondagem estimulada em quatro cenários, onde são mostradas cartelas com os nomes dos candidatos. Eis os números:
Cenário com Lula, Bolsonaro, Moro, Ciro, Doria, Pacheco e D’Avila
Lula: 46%
Bolsonaro: 23%
Moro: 10%
Ciro: 5%
Doria: 2%
Pacheco: 1%
D’Avila: 1%
Cenário com Lula, Bolsonaro, Moro e Ciro; sem Doria, Pacheco e D’Avila
Lula: 47%
Bolsonaro: 24%
Moro: 11%
Ciro: 7%
Cenário com Lula, Bolsonaro, Ciro e Pacheco; sem Moro, Doria e D’Avila
Lula: 48%
Bolsonaro: 27%
Ciro: 8%
Pacheco: 2%
Cenário com Lula, Bolsonaro, Ciro e Dória, sem Moro, Pacheco e D’Avila
Lula: 47%
Bolsonaro: 27%
Ciro: 7%
Doria: 5%
2º turno
Aqui a intenção de voto também é estimulada e avalia o “mano a mano” em sete cenários.
Cenário com Lula e Bolsonaro
Lula: 55%
Bolsonaro: 31%
Cenário com Lula e Moro
Lula: 53%
Moro: 29%
Cenário com Lula e Ciro
Lula: 54%
Ciro: 21%
Cenário com Lula e Dória
Lula: 57%
Dória: 14%
Cenário com Lula e Pacheco
Lula: 58%
Pacheco: 13%
Cenário com Moro e Bolsonaro
Moro: 34%
Bolsonaro: 31%
Cenário com Ciro e Bolsonaro
Ciro: 39%
Bolsonaro: 34%
Aprovação do governo Bolsonaro
O presidente Bolsonaro conseguiu reduzir a queda na sua popularidade, com o aumento da aprovação do seu governo junto a dois públicos importantes: os mais pobres, que recebem até dois salários mínimos, e os evangélicos.
Negativo: 50%
Regular: 26%
Positivo: 21%
A sua reprovação tem índice mais alto na região Nordeste, onde 61% dos eleitores avaliam negativamente a sua gestão. As maiores aprovações estão nas regiões Sul e Centro-Oeste, com a avaliação positiva de 26% dos entrevistados.
Quo vadis
22 de nov. de 2021
Major em dia de Recruta Zero
11 de set. de 2020
Mais de 60% dos catalanos aprovam o Governo Caiado
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| Caiado: 62,28% de aprovação em Catalão |
Com um ano e meio de administração, assumindo um Estado quebrado, com a sua capacidade de endividamento esgotada e com a arrecadação reduzida por conta de excessiva renúncia fiscal, Ronaldo Caiado foi colocando a casa em ordem e tem três fortes pilares a dar forte suporte à sua administração: primeiro, baniu a corrupção, com a aplicação de programas austeros; segundo, simultaneamente, recuperou e ampliou a capacidade de atendimento da rede de saúde e, terceiro, também ao mesmo tempo, devolveu a segurança aos goianos, reduzindo acentuadamente os índices de violência no Estado.
Governador e médico, marcou e continua marcando pontos no comando da rede de enfrentamento à covid-19, e, hoje, Goiás é um dos Estados com um dos menores índices negativos nesta pandemia que assola o país.
BOLSONARO
Os catalanos também opinaram sobre a administração do presidente Jair Bolsonaro. Para 42,58% o seu governo é bom; para 30,08%, é regular. Outros 27,33% acham-no ruim. A média de aprovação do presidente é de 57,62%. A pesquisa Contato ouviu 472 eleitores
24 de mai. de 2020
Eleições 2020: Ouvidor exporta "laranja" para Catalão
11 de mar. de 2020
Os carrascos não dormem
18 de ago. de 2019
Ética, a falta dela e a falência do respeito
Ética. Do grego "ethos", significa caráter, disposição, costume, hábito. É sinônimo de moral (do latim, mos, mores). É conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, grupo social ou de uma sociedade. Ou ciência que estuda os juízos morais referentes à conduta humana.
Age com ética aquele de conduta limpa. Sem ela, aqueles que só enxergam a si mesmos como os melhores seres do mundo, quando, na verdade, são megalomaníacos (ou idiotas) ambulantes.
A ética no jornalismo, por exemplo, parece estar colocada de lado. Tudo tem sido publicado em todos os cantos, menos a verdade. Esta, falta. Sobram versões de interesse dos interesses inconfessos de jornais e/ou rádios e tevês (leia-se donos, principalmente). Não se ouve mais os dois lados. Um fala. O outro? "Tentamos ouvi-lo, deixamos recado no celular, não retornou". Jornalismo irresponsável.
Dias atrás, alguns desses aéticos, comentando a decisão de um grupo de advogados que deixou o "caso João de Deus", afirmaram que a desistência teria se dado por questões financeiras. Perguntei em que haviam se baseado para dizer tal coisa. A resposta que ouvi, em síntese, foi produto da "capacidade dedutiva" dos tais: "João tem dinheiro, está lascado, vamos tomar a grana dele". Lucubrações, achismo, no lugar do jornalismo.
Há, sabemos, alguns advogados dados a tal prática. Assim como há médicos movidos a dinheiro, juízes que vendem sentenças, jornalistas que agem não diferentes disso, etc. Só que a generalização é leviana e criminosa.
No caso do médium. Conheço o grupo capitaneado por Alberto Zacharias Toron. Do elenco, destaco o criminalista goiano, Alex Neder, um dos mais conceituados na área não só aqui no Estado, mas no país.
Éticos, não revelaram e jamais dirão por quais motivos deixaram o caso. Há uma relação confidencial entre entre o profissional e o constituinte, assim como há entre o (bom) jornalista e a fonte - o pacto do sigilo.
Um jornalista ético jamais perguntará a um advogado por que este deixou tal caso, assim como um advogado ético não irá pedir ao jornalista a quem esteja defendendo, qual foi a sua fonte em tal matéria. Razões levam a isso ou aquilo e a relação interessa tão somente às partes.
Na vida e na profissão que for, ser ético é honrar a si mesmo. Espelhos morais não faltam. Mirem-se nos bons exemplos. Neder é um deles.
P.S. - Nas palavras do presidente e na reação a elas há de tudo, menos ética, respeito. Prevalece o "quem fala o que quer, ouve o que não quer". Em ambos os lados. Pena.
17 de jun. de 2019
O estúpido duelo dos incautos
Estamos jogando pedras na cruz por conta de políticos que nem conhecemos, de ideias, idiotices ideológicas etc.. Há quem bote a mão no fogo por pessoas que nunca viram e de quem nem sabem a história. Amigos versus amigos, irmãos versus irmãos, filhos versus pais, maridos versus esposas, olavetes versus luletes. Marias vão com as outras.
Nesse baile dos incautos, há os profissionais da Bíblia, que falam em amor, nos púlpitos, e propagam o ódio cá fora, em guerra política e em guerra santa. Vivemos uma ópera de desavisados, desinformados, coleguinhas jornalistas, entre eles. Falam em moral e honra e brigam por quem, sabidamente, não as tem.
Estava a refletir sobre tais decepções, quando recebi do amigo Jamilson Barros, da American Music, Goiânia, texto enxuto que cabe bem sobre este estúpido mundo, em que estúpidos transformam em circo de imbecis essa nossa terra brasilis.
"Entre a loucura e a razão, muito movimento, pouco pensamento e sobram opiniões. Todos, similares, carregam nas mãos os seus celulares. Rostos singulares se tornam vulgares, em meio à multidão. Conservadores e liberais usam as redes sociais pra divulgar os seus boçais ideais, como se fossem os dez mandamentos.
Pastores e censores, delatores, promotores, senadores, corruptores, grandes trocas de favores, na hipocrisia e na maior desfaçatez. Sao fartos em conselhos, mas não se olham no espelho, evitando o constrangimento da própria contradição
Não tenho a certeza do hino que grita a multidão (Mito). Uma das mãos na Bíblia e outra no coldre, repetindo o slogan "dente por dente, olho por olho". Parece um contrassenso o argumento de que armamento é proteção.
Uns creem no Gênesis, outros na teoria da evolução. O mundo não é mais o que eu nasci".
P. S. - Estamos mal servidos de líderes. E não há nem luz no final do túnel. Roubaram a lâmpada.
13 de jun. de 2019
Moro, num país tropical...
Estamos mal de representantes. Com medo de perder os votos dos servidores públicos de seus redutos eleitorais, deputados federais e senadores se recusaram a manter Estados e Municípios na reforma da previdência. Pensam em seus interesses pessoais, em suas vantagens, em uso que fazem de seus cargos para encher bolsos, e danem-se governadores e prefeitos, que terminarão os seus mandatos como os "senhores da falência".
Há exceções, mas, discordar quem há de, quando se faz voz geral que político é safado, pilantra, corrupto, etc.? Estou entre esses que dizem não à caterva eleita - filhos da má escolha pelos brasilinos que, desprovidos de interesse, votam por votar.
Não diferente da súcia engravatada, a nossas mídia reverbera versões que satisfazem aos seus interesses e que se dane a verdade dos fatos. Famosa rede de TV e um jornalão paulistano, que conseguiam, em primeira mão, áudios vazados pelos astros da Lava Jato, decidiram mudar o foco da história: os culpados de tudo são os hackers, que vazaram as tramas e tramóias de Moro et alii.
É crime invadir computadores, celulares, quebrar sigilos sem autorização judicial? É. Mas também é crime juiz conluiar, com uma das partes, meios e artifícios para "ferrar" a outra. Há um samba de erros e os sambistas devem ser punidos.
A Globo trabalha a linha de que "os diálogos não são verdadeiros", que podem "ter sido montados". Mas, Moro e Dallagnol admitiram que os seus celulares foram invadidos e que o conteúdo foi extraído de lá. Ora, se estavam nos aparelhos, como admitiram, são verdadeiros.
O problema não é a Lava Jato, que foi, é importante e vai continuar. O caso é a trama, o conchavo ilegal, imoral e aético, entre o juiz e o procurador.
A quebra ilegal de sigilo não é prova válida para anular a condenação de Lula, embora Gilmar Mendes - sempre ele -, defenda que ela seja aceita, pois não se pode refutar nada que confirme a ilicitude.
Que, juridicamente, tudo seja colocado no seu devido lugar. Não creio na trupe da capa preta (ela fez e faz por merecer o descrédito). Aqui nesta terra brasilis, tudo é possível.
Tal como escreveu Caminha, na carta ao rei de Portugal, Dom Manuel, o Venturoso, sobre o descobrimento do Brasil: "Nesta terra, em se plantando, tudo dá". Parece que plantamos corruptos, ladrões e bandidos demais. Pior: viraram pragas.
P. S. - A Petrobras anunciou a redução no preço do litro da gasolina, nas refinarias, de R$1,81 para R$1,75. E por que os postos continuam cobrando R$,4,50, ou seja, R$2,75 reais a mais? Amigos, não há gasolina derramando pelo ladrão, há ladrão derramando pela gasolina.







