São quatro nomes disputando apenas duas cadeiras. Na teoria, pertencem ao mesmo grupo. Na prática, disputam o mesmo eleitor. É uma convivência delicada. Todos precisam caminhar juntos sem esquecer que apenas dois chegarão ao Senado.
Penso numa comparação simples. É como uma casa que ficou pequena para tantos móveis de boa qualidade. O problema não está nos móveis. Está no espaço disponível.
Na política acontece o mesmo. Nenhum dos pré-candidatos entrou para apenas participar. Todos acreditam reunir condições para vencer. Todos possuem apoios, história e expectativas.
O desafio de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela será preservar a unidade do grupo sem sufocar as legítimas ambições de cada um. As pesquisas mostram que ninguém. O maior adversário da base, neste momento, talvez não esteja do outro lado. Ele está dentro de casa.
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