14/09/2014

O Império dos Anjos Decaídos (ou O Holocausto de Inocentes no Altar de um Estado bandido)

Fui à Agência Prisional para tentar uma entrevista com os chefões do crime ali "hospedados". Não consegui localizar os seus advogados. Eu queria conversar com eles sobre tudo o que mais de abominável há no segue abaixo narrado. 

O Estado se agachou para os bandidos. Esqueceu da Saúde, da Educação, da Segurança. Foi fazer asfalto, enquanto abandonava os demais deveres. De sua vez, a polícia prendia e a justiça condenava. E foram presos figurões do crime, grandes chefes de quadrilhas. Sem estrutura de gestão e para a gestão penitenciária, o Estado não teve como barrar a logística, o aparato de que se servem os maiorais da bandidagem – celulares com vários chips, eletroeletrônicos, eletrodomésticos e o que mais pudesse assegurar de conforto, além de dinheiro e drogas. Entrava tudo por bem ou pela ponta de ameaças.   

Costumam as autoridades dizer que o crime organizado se infiltrou nas cadeias. Que crime vai querer cadeias, “águas de lambari”? Os criminosos chefes é que, presos, montaram nelas o bunker para comandar as suas ações e seus negócios aqui fora.

No caso do Presídio Odenir Guimarães, o comando interno absoluto é do “Clube dos Trinta”. O tal CT colocou o comando prisional na roda. Mais do que isso: obrigou ao ajoelhamento o governo estadual.

O começo da matança

Janeiro de 2014, dia 13. Reportagem do jornal O Popular escancara situação de presídios em Goiás. Ouvindo a juíza Telma Aparecida Alves Marques, da 1ª Vara de Execuções Penais de Goiânia, a matéria “O poder nas mãos dos presos” revela que a hierarquia na cadeia é exercida pela violência. No ano passado 17 detentos foram assassinados em Goiás

O efeito resultante da matéria foi a imediata suspensão dos privilégios desfrutados pelos figurões do crime ali “hospedados”. Aparelhos de TV, celulares, geladeiras, mesas de sinuca, churrasqueiras etc., foram confiscados das alas dos “maiorais.

Os leitores devem estar lembrados de quando falei, aqui neste espaço, do “Clube dos 30”. Tal confraria reuniria os 30 maiores bandidos do Estado, parte em liberdade e parte hibernada no Presídio Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia.

Quando os privilégios foram proibidos e as mordomias cessaram – isso teria ocorrido no dia 15 –, a informação é a de que a direção da penitenciária foi comunicada de que retaliações aconteceriam aqui fora, caso o status quo não fosse recomposto em até 72 horas.  

Em 19 de janeiro de 2014, Ana Maria Victor Duarte, de 26 anos, foi morta na porta de uma lanchonete em Goiânia. De lá para cá, a polícia civil insistiu na tese de que não se tratava de “serial killer” E até chegou a admitir que as ordens poderiam partir de dentro da cadeia. Parece ter razão. 

Mensagem cifrada

Podem até não terem partido de lá ou não terem nada a ver, ser  mera coincidência ou não, mas as mortes começaram pela causa já dita e nenhum caso mais foi registrado depois que o jornal O POPULAR publicou manchete que é lida por especialistas com o significado de que as exigências do comando seriam atendidas.



“Força-tarefa terá 30 homens para investigar mortes” – diz o título. Por que exatamente 30? Para que o “Clube dos Trinta” entendesse a mensagem cifrada? E, realmente, podem conferir, depois daquele 05 de agosto passado, nenhuma outra morte foi registrada.


Matadores eles têm aos montes. Motos, idem. As roubam, para as entregas de drogas em domicílio. Acredita-se em vários atiradores usados na retaliação. Duvida-se de que algum seja encontrado.

Sabe-se que todos os privilégios removidos foram restabelecidos nos moldes exigidos pelos "capi" do CT e que nenhum dos motociclistas presos pela polícia teve ou tem alguma coisa a ver com as mortes.

Interessante como as coisas caminharam de forma promíscua entre o Estado e o crime. Marconi assume e logo o seu chefe de gabinete militar, major Capinam, denuncia o propalado esquadrão de extermínio da PM (Operação Sexto Mandamento). 


Segundo se apurou, eles estavam mesmo é "exterminando" os terminais de jogatina de Carlos Cachoeira. Como se publicou aqui, este mandava e desmandava no comando das polícias civil e militar no terceiro governo marconista. Oportuno seria também, por que não, colocar neste auto de fé o ex-secretário de Segurança, Ernesto Roller, que determinoiu o combate implacável à jogatina ilegal, e o ex-secrertário de Fazenda, Jorcelino Braga, por quem Marconi tem ódio mortal. Até que tentaram.

Curiosamente, o coronel Edson Costa Araújo foi nomeado por Marconi comandante do Gabinete Militar do Entorno e até havia prometido a ele um helicóptero para o patrullhamento da área - seria aquele reposto pela Helibrás, substituindo um adquirido por Maguito Vilela e que teve perda totl erm acidente. Ao invés de entregar o aparelho à PM, preferiu "roubá-lo" para o Gabinete Militar e é com ele que se desloca pelo Estado. 

Ao mesmo tempo, não menos curiosamente, Marconi tem como chefe de gabinete Eliane Pinheiro, irmã do maior traficante de drogas em liberdade em Goiás. Eliane que é "assim" com Cachoeira e que estaria não atrás de um mandato de deputado, mas de imunidade parlamentar. 

Cabe aduzir que, depois de passar pelo comando da PM e de estar sendo investigado, juntamente com Marconi, como suspeito de mando da morte do Cabo Capinam, o coronel Edson hoje responde pela direção do presídio Odenir Guimarães, para onde teriam sido devolvidas as churrasqueiras, geladeiras, frigobares, mesas de sinuca, TVs LED e sinal a cabo, além do controle e exploração da cantina interna, tal como teriam exigido os maiorais do CT. 

In fine, pelo visto, sabemos que os há, só falta comprovar a existência de ladrões no governo, pois infiltrados nele há todos os tipos de representantes delituais, muitos deles candidatos da chamada "Bancada do Cachoeira" e tendo a apoiá-los Sua Majestade.   




13/09/2014

Bruno, Santillo e os crimes do governo

A morte de Bruno é algo inadmissível. É caso de cadeia. Santillo, indevidamente tido como "mestre" dos instalados, estivesse vivo, daria um corretivo em Marconi Perillo por conta da sua irresponsabilidade na lida, 1º,  com a Saúde e, 2º, com os sobreviventes do acidente com o Césio. Santillo não admitia essa desculpa de licitação. Ao previdente nada falta.

E nem só em Marconi, mas também em Antônio Faleiros e Salim Girade, cordeirinhos a coonestar a entrega da administração de hospitais às tais OS. Os três sabiam que Santillo era contra isso. Girade mais que Faleiros.

Conversei com ele, bastante, desde quando deixou o governo de Goiás. Contou as coisas que fez a cada dia do pós-mandato, como soube por ele de todas as coisas de sua vida, pois a mim me deu a honra de revisar os seus manuscritos. Desde os meus tempos de Folha, no Senado, ele gostava que eu revisasse os seus discursos. E eu dizia que seria perda de tempo, pois ele levava o texto para a tribuna, mas lá falava de improviso.

Voltando a Saúde. Ele abominava as OS. Serra, quando ministro de Saúde, as havia testado na administração de 15 postos de atendimento existentes na reserva ianomâmi. Depois, levou o modelo para São Paulo. Marconi só veio a adotá-lo depois que Santillo morreu.

Os jornais daqui nada sabem da vida política de Santillo. Usam a expressão “santillismo” e nem imaginam o quanto ele a detestava. Abominava grupos, preconizava a soberania do partido. Grupo é coisa de coronel, de tiranete, de deuses de pés de barro. Assim, não havia, para ele, nem A e nem B, todos eram MDB. 

Era um idealista. Chamado para ocupar o ministério de Saúde no Governo Itamar, foi o único ausente na foto de final do governo. Fernando Henrique passou o tempo todo cortando as verbas da Saúde, Santillo reclamava e o presidente se omitia. Santillo se omitiu na foto. O presidente só interveio única vez, quando Santillo partiu para cima de FHC para lhe dar uns tapas.

A Saúde sem dinheiro e FHC podando recursos. Eu ainda vou contar essa história, pois o Brasil precisa saber melhor sobre tal Fernando Henrique Cardoso.

Halim Girade passaria maus bocados, hoje, para explicar ao ex-chefe como deixou Marconi acabar com a Fundação Leide das Neves. Idem as OS.

Grande Henrique Santillo. Partiu sem deixar herdeiro do seu legado político. Abominava essa excrescência  chamada de hereditariedade política, essa coisa de pai para filho.

Não deixou herdeiro e nas suas memórias, em momento algum, ele fala em Marconi, mas cita Edson Ferrari – e, com certeza, o excluiria, se vivo estivesse, depois que este envolveu a sua filha Carla na tramoia que resultou na rejeição das contas de Alcides Rodrigues.

Ainda escreverei tudo o que vi, vivi, compartilhei e ouvi do saudoso amigo. Só antecipo que em nenhum dos que aí estão a exaltá-lo na campanha existe legitimidade para fazê-lo. Eu disse nenhum.
   


12/09/2014

Sherlock no rock


Atendendo aos pedidos dos netos e seus amiguinhos, mando ver aí o Rock do 40.

Marconi + Garcia = Governos onde a vida não vale nada

Segunda-feira, cinco da tarde. Bruno Henrique Mendonça Viana, 17, foi a personagem do dia na matéria de Gabriela Lima, de O POPULAR. Pauta: falta de Raios X na rede municipal de Saúde. O rapaz havia sofrido acidente de motocicleta e estava bem quando a repórter o encontrou deitado sobre uma maca, no corredor do Centro de Atenção Integral à Saúde (Cais) Campinas.

Bruno no corredor da morte

Ao posar para a fotografia que estampou a capa do jornal no dia seguinte, ele fez um pedido: “Não quero sair feio, viu. Por favor, me deixe bonito na foto”. Gabriela conta que ele ficou a fazer gracejos, provocando risos na mãe, a comerciante Cléia Carneiro de Mendonça, sentada em uma cadeira ao lado do filho.

Ontem, a repórter encontrou, novamente, Bruno e a mãe Cléia. Ela na cadeira, ao lado do filho. As lágrimas no lugar dos risos. Ele, com o silêncio lhe roubando a alegria e a tagarelice de segunda-feira, ainda que com fratura na coxa direita. Bruno morreu nos corredores do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), festejado pelo governo, em suas caríssimas propagandas, como modelo de atendimento em saúde pública.

A morte na dança das horas

Quando chegou ao Hugo, ele não sabia que estava condenado a morrer. É que a omissão não fala e só a percebemos quando já nos estertores. Como é triste depender de serviços públicos em Goiás. A peregrinação deste menino é triste exemplo.

Bruno sofreu um acidente enquanto trabalhava de entregador de farmácia, por volta das 12 horas de segunda-feira, no Parque Atheneu.

Com suspeita de fratura na coxa direita, ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Cais Campinas, onde deveria conseguir um exame de raios X.

Ou seja, passou na porta do Hugo, atravessou a cidade para ser radiografado. Mas nesse dia, radiologistas da empresa que presta o serviço de diagnóstico por imagem haviam feito uma paralisação, e o rapaz precisou aguardar por horas até que chegasse outra ambulância, às 18h30, para transferi-lo ao Centro de Referência em Ortopedia e Fisioterapia (Crof).

No Crof, a radiografia confirmou a fratura no fêmur direito. Segundo o coordenador-geral da unidade, Eduardo Abrão da Silva, a fratura no fêmur necessitava de tratamento cirúrgico. Por isso, o sistema de regulação foi acionado e Bruno acabou transferido para o Hugo. “O paciente foi medicado com analgésico e saiu daqui normal, lúcido e sem dor”, disse o coordenador.

Levado para o Hugo por volta das 22 horas, o rapaz esperou cerca de duas horas em uma maca no corredor, até conseguir um leito na enfermaria. A mãe conta que deixou o rapaz dormindo, durante a madrugada, e a irmã, Flávia, chegou para acompanhá-lo na manhã seguinte. A principal reclamação da família é com a ausência de médicos. “As enfermeiras apareceram lá, por duas vezes, para dar uma medicação dizendo que havia sido prescrita por um médico. Mas que médico é esse que nem foi vê-lo?”, questiona Flávia.

Segundo a família, a primeira medicação foi dada por volta das 13 horas. Até o fim da tarde de terça-feira, o rapaz estava bem, mas começou a reclamar de secura na boca e sentia muita sede.

Após receber um segundo medicamento, por volta das 19 horas, o jovem apresentou uma piora brusca no quadro de saúde. De acordo com a irmã, por volta das 20 horas ele começou a vomitar “sangue vivo”.

A mãe reclama que, mesmo com o filho escarrando sangue, as enfermeiras do Hugo demoraram a atendê-lo. “Ele ficou agonizando por 40 minutos e eu chamando a enfermeira”, diz. Quando as enfermeiras chegaram, segundo Cléia, levaram Bruno para a sala de reanimação e disseram que fariam exames. Logo depois, uma funcionária do hospital pediu que ela tirasse as coisas do rapaz da enfermaria e aguardasse na recepção.

“Passei a noite inteira na recepção e ninguém dava informação sobre o meu filho”, relata Cléia. Por volta das 6h40, a família foi avisada da morte do rapaz. “O médico disse que ele teve duas paradas cardiorrespiratórias e não resistiu.”

A verborragia dos omissos

O diretor-geral do Hospital de Urgências de Goiás (Hugo), Ciro Ricardo de Castro, afirmou que o entregador Bruno Henrique Mendonça Viana foi vítima de uma embolia pulmonar e nega que o paciente tenha sofrido algum tipo de omissão. Castro também afirmou que o caso de Bruno, uma fratura fechada, não é o perfil de cirurgias realizadas no Hugo, que atende vítimas com fraturas expostas.

“Fratura fechada não é perfil nosso. Isso deveria ter sido resolvido lá no Centro de Referência em Ortopedia e Fisioterapia (Crof) ou encaminhado para a rede conveniada”, justificou Castro. Mesmo assim, o hospital recebeu o paciente e, segundo o diretor, fez tudo que podia ser feito.

“Sempre que chegam casos de fratura fechada temos um protocolo a seguir. Imobilizamos e entramos com a medicação, analgésico e anticoagulante. Ele recebeu todos os cuidados necessários. Respeitamos a dor da família, mas não venham responsabilizar o hospital por uma intercorrência que não é de responsabilidade do hospital”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) afirmou que o rapaz entrou no Centro de Atenção Integral à Saúde (Cais) Campinas às 14 horas, e não logo após às 12 horas, como Bruno havia relatado à reportagem. Disse ainda que o tempo de espera na unidade básica estava dentro do prazo normal.

Sobre a transferência do Crof para o Hugo, a assessoria da SMS afirmou que, dentro do protocolo da secretaria, fratura no fêmur é de responsabilidade do Hugo, justamente por conta do risco de embolia pulmonar. Informou que, se não fosse perfil do Hugo, a equipe não teria recebido o paciente.

Caso de cadeia

“Não é perfil do hospital”.  E desde quando fratura no fêmur não é emergência, não é urgência?

Xodó do governador, o Hugo é administrado por OS. Literalmente, pelo histórico do dia a dia, tem o significado real de Ordem de Sepultamento.

Marconi nunca esteve aí para a Saúde. Tanto que, no seu primeiro governo, o primeiro secretário que se dispôs a ajudá-lo foi um médico exemplar, um político maiúsculo, um governador de fibra, um ministro da Saúde revolucionário, mas que se viu obrigado a abandonar a secretaria por conta de molecagem do governante em questão (vou contar aqui tudo o que sei e tudo o que Santillo me contou).

Marconi é papa-defuntos, mas o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, é médico e o seu governo na área é pior do que o do coveiro-mor. Num país sério, ambos estariam na cadeia, tendo a antecedê-los os responsáveis pela área.

A morte de Bruno não pode e não vai passar impune, como as já ocorridas e empurradas para a vala do esquecimento.

“Não é perfil do hospital”. Isso é sentença de morte. Marconi e Garcia também não são o perfil de governante que Goiás e Goiânia merecem.  



11/09/2014

O centro do poder, Eliane, jogos proibidos e narcotráfico. Com a palavra Marconi Perillo




Leonardo, Eliane e Marconi

Ele, como sempre tem dito e plagiando Lula e Dilma, de nada sabia ou sabe, mas Goiás e os goianos fazem questão de ouvir explicações para o fato de Eliane Gonçalves Pinheiro, irmã de Iterley Martins de Souza, o maior traficante de drogas de Goiás, ter sido a chefe de gabinete do governador e ser hoje por ele apoiado como candidata a deputado estadual.

Iterley, irmão adotivo de Eliane

Iterley divide o controle do narcotráfico em Goiás com Marcelo Gomes de Oliveira, vulgo Marcelo “Zói Verde”, preso recentemente por policiais da DENARC/GO e pela Polícia Civil do DF, em cinematográfica mansão, em Brasília.

Com a prisão de Marcelo, que continua acionando as suas bases de dentro do presídio, o campo operacional aqui fora está sob o comando de Iterley, que estaria por trás dos homicídios ocorridos recentemente, em Goiânia, com o uso de submetralhadoras.
Marcelo "Zói Verde"
De acordo com a sua folha corrida, Iterley foi criado como irmão adotivo de Eliane. Tem sete mandados de prisão em aberto e várias passagens por tráfico e uma por homicídio,  como mandante de vários crimes de morte.

Chama a atenção o fato de não conseguirem prendê-lo e estarrece que seja uma das causas de sua liberdade a cumplicidade de vários policiais militares, que estariam na folha das propinas do jovem barão das drogas.

O “elo” Eliane

De acordo com investigações pela polícia, Eliane, chefe de gabinete do governador, estaria no controle das finanças e na administração do patrimônio pessoal do irmão adotivo – vários lotes, casas, apartamentos e casas de luxo sempre cedidas para abrigar comitês políticos em períodos eleitorais.

É voz corrente que, através de suas articulações e pelo cargo que ocupava, policiais que estão a serviço do traficante teriam sido agraciados com promoções. Também se atribui a ela o papel de “manto protetor” do irmão, que teria conseguido escapar de cerco policial em um carro do palácio.

Lembremos de que ela fazia parte do “Clube Nextel”, usando o rádio que colocava o contraventor Carlinhos Cachoeira no núcleo do poder e com poderes, inclusive, para nomear diretores de comando das nossas polícias.

O governador foge – mas terá que explicar à Procuradoria Geral da República o seu envolvimento com Carlos Cachoeira. Mas o goiano, principalmente o eleitor, quer saber a verdade sobre tudo o que envolve o Número 01 de Goiás.

Marconi é suspeito de ter pedido propina de 2 milhões a frigoríficos, de ter pego grana da Delta e de se beneficiar de negócios de Cachoeira, suspeito de ser mandante da morte do cabo Capinam e do atentado contra a casa de Demóstenes.


Impossível que desconheça os fatos envolvendo Eliane Pinheiro, sua ex-chefe de gabinete e a quem apoia (ela é candidata as deputado federal). Goiás gostaria de ouvi-lo a respeito.